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02dez
A história acompanha a vida de Joanna e suas filhas, Freya e Ingrid. Elas representam duas gerações de bruxas que, afetadas por uma maldição, estão impedidas de utilizar seus poderes. Até que uma das meninas se envolve com um rapaz, relação que quebra a maldição.
Fonte: Séries TVix

Já estava sentindo falta de uma série de bruxas. Sim, tem bruxa em The Vampire Diaries, The Originals, Once Upon a Time (Regina conta? Ela é tão legal! <3), e por ai vai. Mas gente, desde The Secret Circle, que ainda sou revoltada por ter sido cancelada, que não tem uma série dedicada só para as bruxinhas (que eu saiba)!
Witches of East End conta a história da família de bruxos Beauchamp, formada por 4 mulheres: Joanna (mãe), suas filhas Ingrid e Freya, e a irmã de Joanna, Wendy.

Uma maldição ronda a família: Ingrid e Freya não vivem por muitos anos, mas elas sempre renascem. Ah, e vale lembrar que se uma morre, não demora muito para a outra ter o mesmo destino. Nunca elas viveram tanto como nessa vida atual. E essa é a preocupação de Joanna.
Nessa vida, ela optou por não contar às meninas que elas são bruxas, colocando um feitiço nelas quando eram pequenas para que não descobrissem. Guardou o segredo a duras custas para proteger suas filhas dessa vida, e assim, quem sabe, elas viverem por mais tempo. Sendo por este fato ou não, a questão é que as meninas nunca tiveram uma vida tão longa quanto agora.
Mas nem tudo são flores na vida dessa família. Um metaformo obstinado a destruir Joanna, vai causar vários problemas, e alguns até grandes. E é por conta dele, que a Joanna se vê obrigada a contar a verdade.

Ingrid, uma bibliotecária, não acredita no começo, afinal, ela é uma cética racional, e imparcial. Freya, bartender, no fundo, sempre soube, mas sua mãe desviava as conversas e a colocou para fazer terapia. E agora elas terão que aprender a viver essa vida, e sua tia Wendy será de grande ajuda ao ensiná-las a usar seus poderes.
Entre amores do passado aprisionados em quadros, o querido destino, maldição, inimigos de longa data e, claro, a famosa frase: toda magia tem um preço; essa série promete!
Não tinha como não ser um sucesso, a série é baseada no livro de mesmo título escrito pela Melissa de La Cruz!! No Brasil, seus livros são publicados pela Editora iD.
Acho que consegui passar um pouco a premissa da série e o quanto ela é boa! E tendo apenas começado, indo para seu 10º episódio, ela já foi renovada para a 2ª temporada!
E vocês, já acompanham essa série? Ou ainda não conheciam?

Quer ganhar um super kit de marcadores?

Muito simples, basta deixar seu comentário em qualquer um dos posts dos meses DEZEMBRO de 2013 e JANEIRO de 2014 e, no final do seu comentário, a frase: “Participando do sorteio de marcadores” + um e-mail para que possamos entrar em contato.
Lembrando que os comentários deverão ser substanciais. Nada de um simples “Gostei!”, “Que legal!”… e que, os que desejarem participar do sorteio dos kits, deverão seguir o blog, tanto pelo GFC quanto pelo FB, ok?!
Serão 10 super kits! Não deixe de participar e boa sorte!

OBS: Os posts unicamente promocionais não contam para este sorteio!

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11nov

Trata-se de uma minissérie em duas temporadas com três episódios com narrativa antológica, ou seja, cada episódio apresenta uma história e elenco diferente. O que liga os episódios de Black Mirror é o tema proposto. Inspirada em produções como “Além da Imaginação”, a minissérie, criada por Charlie Brooker, apresenta histórias que retratam como as novas tecnologias influenciam nossas vidas e comportamentos.
Ganhadora do Emmy Internacional em 2012 na categorias Telefilmes ou Minisséries e recebeu o Golden Rose Award, oferecido pelo Rose d’Or, um dos mais importantes festivais de televisão da Europa.

Fonte: Veja.com

Black Mirror foi um verdadeiro achado. Eu procurava séries
inteligentes e com temas políticos ou controversos para ver junto ao meu
filho (que adora política) e acabei encontrando esta. Uma das melhores séries
que já vi. São duas temporadas com três episódios independentes cada.
Muito bem escritos e magnificamente bem feitos, são
episódios por muitas vezes indigestos, mas que nos levam a pensar, e pensar
muito nesta nossa realidade dependente da tecnologia e informação constantes, e
principalmente em como será nosso futuro devido a essa dependência.
A proposta é mostrar como somos controlados pela tecnologia
atual, onde não temos privacidade, e adoramos nos expor, e até onde chegam às
consequências disso, a falta total de limites e ética. Trocamos amigos reais pelos virtuais, aos poucos vamos
deixando de lado o contato humano, ficamos mais frios e distantes. Vendo por este lado, o futuro da humanidade é negro.
É uma série bem adulta, portanto menores de 18 anos não
devem ver desacompanhados dos pais e talvez nem entendam a proposta. Eu aprovei. Dificilmente assistimos algo assim tão bem
feito e que realmente nos traz a reflexão, geralmente só vemos séries e filmes
prontos, enlatados, feitos  somente para
engolirmos sem chances de propor debates e discussões.
As séries britânicas são de longe as minhas preferidas, recomendo muito!

Episódios

1ª Temporada:

  • The National Anthem: Na história, o Primeiro Ministro Michael Callow (Rory Kinnear, de “Five Days” e “Vixed”) enfrenta uma situação bastante vexatória e polêmica quando um dos membros da família Real é sequestrado e é exigido seu resgate em troca de sua vida. Nos mostra a falta de limites da internet, onde tudo é mostrado ao vivo via Youtube, Twitter e todo tipo de divulgação online, em que há excesso de exposição, e nos perigos e consequências que isso trás. De todos, foi o episódio mais chocante e que abre a série e nossa cabeça pelo que ainda está por vir.

  • 15 Million Merits: O segundo episódio traz uma crítica satírica aos reality shows explorando a sede do público intrigas, distrações e fugas da realidade. Na história, situada em um universo paralelo, uma espécie de Matrix, todos trabalham e só trabalham arduamente sem expectativas e nem divertimento, muito menos esperanças e objetivos. A única forma de escapar dessa situação é participando de um programa conhecido como “Hot Shot”.

  • In Memoriam: Encerra a 1ª Temporada e também trata de realidade paralela, onde todos possuem chips implantados onde as memórias são gravadas e podem ser acessadas por quem quer que seja, portanto, é discutida a fidelidade de um dos casais abordados na história, gerando conflitos, intrigas, discórdias e neuroses. Ao mesmo tempo em que mostra tanta tecnologia futurista, eles vivem numa casa comum e possuem um automóvel bem popular, é um contraste da vida cotidiana de hoje e de que teremos talvez, futuramente, onde somente valorizaremos o virtual, fugindo da realidade através dessa “ilusão” de que tudo poderá ser controlado.

2ª Temporada

  • Be Right Back: Neste primeiro episódio, mostram um jovem casal, em mudança para uma casa fora da cidade, até que ele morre num acidente de carro, e para lidar com o luto, sua esposa ouve conselhos de uma amiga, para criar um perfil num site, feito especialmente para as pessoas conviverem e superarem o luto, e comunicar-se com ele através de programas de computador, este episódio lembra muito a antiga série Além da Imaginação. É dos meus preferidos.

  • The Waldo Moment: O mais fraco dos episódios de toda série, na minha humilde opinião, por tratar-se puramente de uma crítica satírica a política inglesa, com humor negro e muito escrachado, Waldo é um personagem criado para concorrer diretamente a um cargo político atacando diretamente os seus adversários, com ofensas e provocações.

  • White Bear: Pra fechar com chave de ouro, este é um episódio fantástico, nos prende até o fim para entender o que está acontecendo. A personagem Debra, acorda numa casa num local totalmente desconhecido por ela, e não compreende nada do que acontece ao redor, ao sair todos se afastam, filmam e a fotografam, sem querem contato algum com ela, é um ambiente totalmente bizarro e louco, e como ela não se lembra de nada, tenta se aproximar dos poucos que oferecem ajuda.

“Se a tecnologia é uma droga, e parece uma droga, então, quais exatamente são seus efeitos colaterais?”

Charlie Brooker (Roteirista)



Dados técnicos


Título Original: Black Mirror
Ano: 2011
País: Inglaterra
Direção: Otto Bathurst, Euros Lyn, Brian Welsh, Owen Harris, Bryn Higgins, Carl Tibetts
Roteiro: Charlie Brooker
Produção: Charlie Brooker, Annabel Jones, Emma Pike, Barney Reisz
Elenco: Rory Kinnear, Lindsay Duncan, Daniel Kaluuya, Jessica Brown Findlay, Rupert Everett, Toby Kebbell, Jodie Whittaker, Hayley Atwell, Domhnall Gleeson, Lenora Crichlow, Michael Smiley, Daniel Rigby, Chloe Pirrie, Jason Flemyng

Trailer

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06ago

The Fosters mostra os desafios e alegrias de uma família composta por duas mães, que criam filhos adotivos junto com um filho biológico.
O casal vê sua família, que já é grande, virar de cabeça para baixo quando adotam mais uma garota difícil de lidar. Uma das mães é uma policial e a outra é uma professora de escola particular. Elas têm um filho biológico e já tem adotados um casal de adolescentes gêmeos.

Fonte: Minha Série


Seguindo com a trama familiar, dessa vez trago uma série da ABC que estreou recentemente, The Fosters!

A série conta a história de um casal homossexual, duas mulheres – Stef e Lena – nesse caso, que são casadas mas não no papel e tem três filhos: Brandon e os gêmeos Mariana e Jesus. Sendo que dos três, só Brandon é filho biológico de Stef quando ela era casada com seu colega de trabalho, Mike. Os gêmeos elas acolheram quando eles tinham 6 anos, mas só adotaram formalmente quando eles fizeram 9.

Lena é vice-diretora de um dos melhores colégios, o Anchor Beach, que como o nome já diz, é localizado em uma praia, e pasmem, o pessoal não foge das aulas para ir dar um mergulho (pelo menos não mostrou até agora rsrs). Já Stef é da polícia, da patrulha, e terá como parceiro Mike, seu ex.

Brandon é músico, Mariana e Jesus ainda não se encontraram na vida, mas vivem tentando encontrar é sua mãe biológica mesmo, pelo menos, Mariana sim. Esse desejo acaba sendo realizado mas não é só coisa boa que vem desse achado.

O enredo, inicialmente, é focado em Callie quando começa a conhecer a família e seus costumes. Ela estava no reformatório por ter agredido seu padastro. Mas também, a história não é bem assim, e não vou contá-la, vocês descobriram no decorrer da série. O que sim vou contar é que ela, e seu irmão Jude, vão ser abrigados temporariamente (será?) pelos Fosters.

A série é produzida pela cantora e atriz Jennifer Lopez, que se inspirou na tia para formular a ideia da série, mas a criação é de Peter Paige e Bradley Bredeweg.

Achei inovadora a temática do seriado e ela é tratada da forma mais simples possível. Mas não se confunda, é de uma profundidade imensa. Ver como essa família encara o preconceito, a rotina, eles mesmos… afinal, são 7 pessoas diferentes morando numa mesma casa, que por sinal, não tem espaço para tanta gente.

Particularmente, estou gostando muito de acompanhar a história desse outro tipo de família, suas vivências e tribulações.

Espero que tenham gostado dessa nova dica e assistam a série!

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30jul
Composto de 13 episódios, dos mesmos criadores de Mestres do Horror, dirigida e escrita por profissionais de destaque no gênero, esta série tem somente uma temporada. Lembra bastante Além da Imaginação e Contos da Cripta, e acredito que agradará principalmente por ter muito terror psicológico.
Foi produzida pela NBC e gravada no Canadá. Todos os episódios são histórias independentes, com altos e baixos, porém muito interessantes. Seu título é derivado da famosa frase de Franklin Delano Roosevelt: “The only thing we
have to fear is fear itself
” (A única coisa que temos a temer é o próprio medo).
A abertura da série é ótima, a música (do vocalista do System of a Down) combinou com as imagens montadas, lembra American Horror Story, muito bem feita.

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15jul

Olá pessoal, estavam com saudade? Eu estava! Sempre parece que passa uma eternidade até um novo post sobre séries e eu dar as caras por aqui rsrs.

Hoje vamos falar sobre uma série que trouxe uma inovação para esse meio. Confere ai:

Switched at Birth conta a história de duas adolescentes que descobrem que foram trocadas na maternidade. Bay cresceu numa família rica com seus pais e um irmão e Daphne, que perdeu a audição quando pequena em decorrência de uma meningite, foi criada por uma mãe solteira em um bairro pobre. Quando a troca é descoberta, as duas famílias decidem morar todos na mesma casa e terão que aprender a conviver entre si.
Fonte: SeriesTvix

Tudo começa quando Bay, não se sentindo parte da família, tendo a famosa crise de identidade, tanto ressalta o fato de não ser filha de Kathryn e John que acaba convencendo-os a fazer um teste de DNA. Tal é a surpresa de todos, inclusive da própria Bay, quando o resultado vem negativo. A partir dai inicia-se a busca pela outra filha e mãe. Após encontrar essa outra família, e depois de passarem um pouco tempo se conhecendo, os Kennish’s convidam todos para morarem na mesma casa. No começo Regina (mexicana, artista, mãe solteira, é a mãe biológica de Bay e atual mãe da mãe de Daphne -filha biológica dos Kennish-; mora com sua mãe e filha na parte hispânica da cidade) aceita o convite desde que eles morem na casa da piscina e cada casa tenha suas regras. Claro que tudo no começo é feito como se tivessem pisando em ovos, mas depois, quando todos estão acostumados e cai na rotina, vira uma confusão de autoridades.

 A inovação que a série traz, é a importância que os personagens surdos tem. E não são poucos não! O que é maravilhoso, pois nos mostra que pessoas com deficiência -qualquer que seja ela- também são humanos e merecem ser tratadas com respeito. Há na série um episódio todo, completamente, sem som, só na linguagem de sinais, que devo admitir, emocionou muito mais do que vários que são falados. Tenho na minha família, um exemplo, uma tia-avó que é surda e muda e vejo quanto preconceito há com essas pessoas.

A série está no meio da sua 2º temporada e pelo que vejo, terão muitas mais (espero que sim!). Acho que já está mais do que na cara que eu indico, quantas vezes forem necessárias, essa série que é simplesmente perfeita. Une de tudo um pouco e deixa vários ensinamentos.

Assistam, se divirtam, chorem, riam, xinguem… e amem esses personagens!

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03jun

Quanto tempo!! O mesmo de sempre, eu sei, mas é bom começar animada rsrs. Vocês já devem ter percebido que eu vejo muitas, muitas séries (viciada, o que posso fazer) e de quase todos os gêneros, mas essas ainda não são todas, tenho várias outras para apresentar a vocês, e a da vez é: Bunheads.

Bunheads* conta a história de Michelle Simms (Sutton Foster), uma bailarina que virou Showgirl em Las Vegas. Sentindo que sua vida e carreira parecem descer por um barranco, aceita a proposta de casamento feita por um admirador e se muda para Paradise, uma cidade pequena e pacata. Lá, passa a trabalhar na Escola de Dança de sua sogra Fanny Flowers (Kelly Bishop), mas as coisas nem sempre correm bem.

*Bunhead é como os americanos costumam chamar as pessoas que dedicam sua vida toda ao Balé.

Michelle tinha uma carreira promissora, mas bagunçou toda sua vida e carreira ao se atrair pela vida agitada de Las Vegas. Lá ela conheceu Hubbell Flowers, um admirador que assistia todos os seus shows. Depois de vários jantares românticos, aos quais Michelle só ia pela companhia e por se sentir um tanto quanto lisonjeada. Em um certo dia, após o show, Hubbell vai visitá-la no camarim e a propõe em casamento. Querendo mudar de vida, ela aceita e se muda com ele para Paradise, onde tem de conviver com sua sogra Fanny Flowers, dona de um Estúdio de Dança.

Ex-bailarina, Fanny comanda o estúdio de dança local de Paradise, e é dona de uma personalidade tão original e interessante quanto seu talento para decoração de casas. Ela e Michelle tem várias desavenças mas no final, o amor por Hubbell sempre as uni.

Fanny tem 4 bailarinas principais em uma das suas classes, uma dela é a doce Boo. Ama tudo sobre dança e daria tudo para ser uma “Bunhead”, mas luta contra seu tipo de corpo e ajuda sua mãe a cuidar dos seus irmãos (que se não me engano são entre 3 e 4 crianças sapecas). Ginny, outra aluna, é uma bailarina entusiasmada, ao mesmo tempo em que é extremamente talentosa, luta com o fato de não sentir-se confortável em sua própria pele. Amante da diversão, Melanie é alto astral, cheia de vida, adora passar bons tempos (quem não?) e sempre está pronta para qualquer coisa que a vida lhe atirar. Sasha tem o corpo perfeito para o balé e muito talento, mas – distraída por questões familiares – não parece ter seu coração na dança. É incrivelmente talentosa, mas seu lado rebelde e a falta de motivação lhe causam problemas.

A série é toda voltada para o balé, tem claro, romance, drama, comédia, mas o foco principal é a dança. Então quem gosta e aprecia a dança vai amar!
A ABC ainda não divulgou se terá ou não uma 2ª temporada. Pessoalmente, espero que sim!
Espero que vocês deem uma chance para essa “novidade” na grade de seriados. Sei que algumas como Glee, Smash… tem dança, mas também tem canto. Bunheads não, é só e somente só a linda arte do balé (e também tem a parte de Las Vegas mas é secundário).

Informações:

Série americana de Drama / Comédia
Criada por Amy Sherman-Palladino (criadora de Gilmore Girls)
Estrelas: Sutton Foster (Broadway) e Kelly Bishop (Gilmore Girls)
Emissora: ABC
Autores: Amy Sherman-Palladino, Daniel Palladino, Sheila R. Lawrence

Curiosidade: Julia, que interpreta Sasha, é filha de uma brasileira e começou a dançar no Brasil quando tinha cinco anos de idade depois continuou sua formação em Los Angeles e Nova Iorque.

Até a próxima e boa diversão!

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20maio

Olá! Estou roubando o dia da Myris, porque vi essa série de uma sentada só e achei muito legal e muito bonitinha e precisava compartilhar com o mundo! A primeira temporada tem 9 episódios e todos têm menos de 10 minutos, então dá para assistir num intervalinho antes do almoço sem problemas (tirando a vontade de ver mais de um episódio).

Lucy trabalha em uma empresa que desenvolve aplicativos para iPhone e namora o gerente de projetos. O primeiro episódio começa com o início torto do noivado deles, que logo notamos que tem algo errado e, pelo próprio título da série, adivinhamos que não vai durar.
Bom, não dura. E Lucy têm que voltar para o mundo da paquera, com ajuda das amigas, para esquecer o ex. A série toda faz um passeio, de forma bem leve e descontraída, pela montanha-russa do término de um relacionamento até o momento em que se está pronto para o próximo.
Durante o processo, ela ajuda a si mesma… enviando mensagens do futuro. Precisamos relevar bastante coisa nesse ponto, tudo o que mexe com o continuum espaço-tempo fica meio enrolado, no meu ponto de vista. Não vou levantar a discussão aqui para não dar spoilers.
Provavelmente é a série mais patrocinada que vi nos últimos tempos. Umas 3 marcas de produtos de beleza, Ford e – obviamente – Apple têm um grande destaque durante os episódios. Mas não é nada tosco. E valeu a pena pela produção. Também dá pano pra manga para pensarmos em um monte de coisas, não apenas nas possibilidades malucas de como seria se pudéssemos falar com nós mesmos no futuro ou no passado, mas também nas relações interpessoais e no modo como levamos as coisas. Keep calm and carry on. (Ok, isso não fará nenhum sentido em relação ao texto até que você tenha visto a série.)
Não tenho a mais pálida ideia se Dating Rules from My Future Self será exibida no Brasil em algum momento. Sei que espero ansiosa pela segunda temporada. E que gostei das referências embutidas.
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06maio

Hellooo pessoas viajadas!! Espero que estejam prontos para conhecer, para quem não conhece claro, mais uma série. Dessa vez mudei de última hora a minha decisão para falar sobre uma série que está passando na TV aberta aqui do Brasil (aêeee):

Revenge

Sinopse: A história de Revenge traz a trama de “O Conde de Monte Cristo” para o tempo presente, substituindo Edmond Dantès por uma personagem feminina.
Na história, Amanda Clarke (Emily VanCamp, de “Brothers & Sisters”) chega na comunidade de Hamptons utilizando o nome de Emily Thorn.
Seu objetivo é vingar sua família, destruída pelos Graysons. Para tanto, ela conta com o apoio de um milionário (Gabriel Mann, visto em “Mad Men”), gênio da tecnologia, mas um desajustado social, que atua como seu benfeitor; e de sua melhor amiga, Ashley Davenport (Ashley Madekwe, de “Bedlem” e “Secret Diary of a Call Girl”), que trabalha para os Graysons.
A família Grayson é encabeçada por Victoria (Madeleine Stowe, de “Raines”) e seu marido Conrad (Henry Czerny, de “The Tudors”). Teria sido ela a responsável pela destruição de David Clarke, pai de Amanda. Além de ter entregue a menina para uma casa de adoção. Sem saber de sua verdadeira identidade, Victoria dá as boas vindas à Emily/Amanda, sua nova vizinha.
Como parte de seu plano, Emily se envolve com Daniel Grayson (Joshua Bowman), filho de Victoria, de quem fica noiva.

Fonte: BaixarTV
Comecei a acompanhar essa série logo que estreio nos Estados Unidos (aquela doida que não satisfeita com as milhares que já acompanha, sempre que surge uma nova, já baixa o episódio Piloto para ver se gosta e acrescentar na lista rsrs), mas devido a um problema no meu notebook, acabei perdendo todas as séries que tinha nele. Na volta do conserto, acabei esquecendo de baixa-la. Graças a querida #not emissora Globo, lembrei dela e em três dias assisti os 41 capítulos existentes até o momento, ou seja, 1ª e 2ª temporada.

Vamos a história:  Quando Amanda Clarke ainda era criança seu pai foi preso acusado injustamente de terrorismo, sendo julgado e condenado a prisão, onde acabou morrendo. Ela sente que teve a sua vida destruída pelas pessoas que armaram contra seu pai, fazendo com que ela passasse sua infância em um lar de adoção (orfanato) e na detenção juvenil. Quando completou 18 anos, foi solta e recebeu a herança de seu pai, além de uma caixa contendo detalhes sobre as pessoas que arruinaram a vida deles, assim ela muda seu nome com uma amiga que também estava no reformatório, para não ser reconhecida, e volta aos Hamptons para se vingar das pessoas que destruíram sua família e causaram a morte de seu pai. 

Com essas provas, Emily destruirá várias pessoas que ajudaram a condenar seu pai e se aproximará de outras. Entre eles Daniel, o filho de Victoria e Conrad, para poder ter acesso a mansão Grayson e proximidade com seus, podemos dizer, maiores inimigos. Mas nada é simples nessa história e Emily sofrerá muito, fará sofrer várias pessoas inocentes  e enfrentará obstáculos, além de uma organização terrorista internacional, a “Iniciation”, para aos poucos, vingar a morte de seu pai.

No começo (cinco primeiros capítulos mais ou menos) a série é um pouco corrida, o Piloto já inicia com uma cena que só será explicada muitos episódios depois. Acompanhando direitinho, você entenderá e apoiará ter começado com essa cena além de marketing. Preparem-se também para controlar a ansiedade, é triste ter que esperar sair somente 1 episódio novo a cada semana, o suspense/curiosidade que fica para saber o que os roteirista vão aprontar no próximo é enorme.

Como disse lá em cima, essa série começou a ser transmitida aqui no Brasil pela Globo (momento propaganda gratuita: todo domingo, logo após o Fantástico) e vem fazendo bastante sucesso. Navegando nas redes sociais, principalmente, percebe-se o sucesso que o seriado está fazendo no país. Vale muito a pena perder 50 minutinhos por dia para assistir um episódio e, para quem não gosta de ler legenda ou baixar na internet, acompanhar aos domingos na TV aberta.

 

Promessa é divida, então espero que tenham gostado dessa nova indicação, que segue a linha do suspense/drama (saindo da comédia), e é maravilhosa (admitam que eu só indiquei séries ótimas até agora rsrsrs).

Boa diversão!

Curiosidade 1: Emily/Amanda namora na vida real o Daniel #momentotietelouca
Curiosidade 2: Alguns personagens tem o mesmo nome dos atores (who cares? I)



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02abr

Prontos para mais uma indicação? Dessa vez nem pude me preparar muito para o post, graças a Isa e sua cobrança, a ficha caiu que hoje já é abril e também segunda-feira*. Então vou falar da última série que assisti nesses dias (por última série me refiro ao último episódio da semana): Malibu Country!


Reba Gallagher descobre que seu marido, Bobby (uma lenda da música country), possui um coração de traidor, o que faz seu mundo virar de cabeça para baixo. Ela sempre sonhou em também ser uma estrela da música, porém colocou sua carreira de lado para cuidar da família. Agora, ela questiona as suas decisões do passado.

Logo após assinar o divórcio, Reba muda para a Califórnia, na companhia de sua mãe, Lillie Mae e dois filhos, deixando Nashville para trás em busca de um novo recomeço. Ali ela conhece sua nova vizinha, Kim, e o filho Sage, ao mesmo tempo em que se ajusta à nova vida em um ambiente tão diferente.

Apesar das dificuldades, Reba conta com o apoio da família e de Geoffrey, seu novo agente musical, para ir novamente atrás de seu sonho, encontrando sua voz e retomando a carreira que tanto gosta.

Fonte: Minha Série
Essa série pode ser definida em uma única, e simples, palavra: comédia. Uma ótima comédia! Mas não pensem que ela só serve para rir não, pelo contrário, traz vários pontos importantes das relações como por exemplo: o relacionamento de pais separados com seus filhos, a luta de uma mãe pra levar sua família adiante sem muito sofrimento, e apesar de tudo o que passaram, serem felizes.

Sabemos que nem todos os casamentos terminam de uma forma mais ou menos tranquila, como mostrado na série, mas o foco mesmo, é o que acontece depois dessa separação: a superação e a união de Reba com seus filhos Cash e June, e também com sua mãe maravilhosa Lillie Mae.

Os personagens, Geoffrey e Kim, que seriam secundários acabaram ganhando o carinho dos seguidores e agora são importantes para o decorrer da série, afinal, o que seria dela sem Geoffrey para socorrer Reba e sem a Kim para confundi-la? rsrs

Espero que deem uma chance a série e se divirtam! Quem já acompanha, fala nos comentários o que mais gosta, e o que não também rs. Vou tentar mudar o gênero para o mês que vem, comédia está bombando nos meus downloads rsrs. Assistam e se divirtam!

PS: E cuidado porque a música da abertura fica grudada na cabeça! E o fofo/lindo do Cash já é meu hein? Adoro ele #mejulguem (pena que não sou mais nova).

 *Graças ao meu momento de leseira, essa postagem irá ao ar na terça-feira (dia 02-04). Att, Isabela

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06mar

Olá viajantes! Confesso que estou começando a gostar das segundas-feiras* haha (porque será?)

Minha indicação de hoje é uma comédia que, inicialmente, você não dá nada por ela, mas é bem divertida:

The Neighbors


Neighbors é uma produção criada por Dan Fogelman, Chris Koch (Modern Family) e Aaron Kaplan (GCB). Trata-se de uma sitcom na qual uma família se muda para um condomínio onde todos os moradores são alienígenas, vindos do Planeta Zabvron. Os Zabvronianos vivem na Terra há dez anos, fantasiados de humanos, aguardando instruções de seu planeta de origem. Os Weavers são os primeiros humanos com quem eles têm contato. No elenco estão Lenny Venito,como Marty, sua esposa Debbie (Jami Gertz), Clara Mamet, como uma das filhas dos Weavers; Simon Templeman (Just Shoot Me), como Wilt Chamberlain, o líder dos alienígenas; Toks Olagundoye, como Jackie Joyner Kersee, matriarca da principal família alienígena; e Tim Jo como Joe Montana, filho de Jackie. Além destes, a série também traz em seu elenco os atores Doug Jones, Max Charles,Vanessa V. Johnson, Isabella Cramp, Tyler Baker e Ian Patrick.

Fonte: Fernanda Furquim

Como sempre faço, quando lançam novas séries, eu baixei essa sem dar muita importância e enrolei um pouco para assistir, mas foi só começar a ver o “Pilot” para gostar e não para mais (afinal, entre tanta série de drama/suspense/sobrenatural que eu estava/estou assistindo, tinha que ter alguma para aliviar a mente e rir um pouco).

Vocês podem até pensar: E.T? Sério? Mas deem uma chance, recomendo muito e também, nesses 18 episódios, só em uns 3 ou 4 eles se transformam, e rapidamente. Apesar de ser de alienígena, o que realmente atrai na série é a relação familiar e social, tema muito bem retratado.
Divirtam-se!
**Excepcionalmente o Passaporte em série vai ao ar hoje, quarta-feira, por motivos de força maior.
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